Gleisi foi para Venezuela apoiar Maduro, um ditador e inimigo declarado de Jair Bolsonaro, em sua posse e esqueceu de consultar as leis de seu próprio país que, de acordo com o Artigo 8 da lei de Segurança Nacional, fica caracterizado como crime

“entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”.

E foi baseado neste mesmo artigo que o Movimento Brasil Livre (MBL) entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Gleisi Hoffmann, presidente do PT, pela presença da deputada na posse do presidente venezuelano Nicolás Maduro na última semana.

Aproveite e me siga no insta!

De acordo com a publicação, o grupo ainda afirma, através do advogado Rubinho Nunes, que a postura de Gleisi e as crítica ao Grupo de Lima acentuam a hostilidade de Nicolás Maduro ao governo brasileiro.

Gleisi respondeu, por sua assessoria de imprensa, que
“um dos problemas dos governos antidemocráticos é esse: qualquer fanático age como se fosse um ditador”.